Teste Boss GT8
Por: Ricardo Soares
E aí, galera da SL Revista Eletrônica, tudo bem? Espero que sim! Bom, aqui estou novamente para mais um teste, e dessa vez vou falar sobre a top de linha das pedaleiras multi-efeitos da Boss, a famosa GT8. Ela vem equipada com duplo processamento COSM, o que resulta em uma melhora na desempenho e controle de timbres em palco e estúdio. O duplo processador COSM produz dois canais diferentes de amplificação; possibilitando assim manipular cada amplificador separadamente para criar regulagens e timbres distintos. Outra novidade é o recurso "Solo Switch", que funciona como um pedal de “boost” dando uma empurrada na hora do solo. Os canais dos amplificadores podem ser trocados, sobrepostos ou ligados em stéreo em tempo real, e o modo "Dinamic" permite a troca de canais baseado na intensidade da palhetada. 200 timbres presets e mais 140 timbres de usuário podem ser acessados facilmente pelo novo painel. 44 tipos de efeitos podendo utilizar até 13 efeitos simultâneos. A ordem de efeitos também pode ser ajustada pelo usuário; sendo que um efeito pode ser colocado em qualquer lugar no "patch". Um loop de efeitos para aqueles que gostam de utilizar um pedal externo de distorção, que também pode ser inserido em qualquer lugar na seqüência de efeitos. Através da saída "Amp Control" você pode trocar os canais de amplificadores externos. Outro ponto interessante é a saída digital coaxial para gravações em alta resolução, pois não há conversão A/D, alem das conexões MIDI, que além de tudo servem para o usuário fazer um “backup” de seus timbres no pc e trocar com outros usuários na internet.
Em ação
Utilizei a GT8 de várias situações, em shows com minha banda FIRE, workshops e gravações, e em todas elas ela se mostrou super versátil e ao contrário do que parece a primeira vista, fácil de timbrar por causa dos botões analógicos no painel frontal da mesma, mas o que mais me impressionou mesmo foi a saída de sinal SPDIF, que através de um simples cabo RCA possibilita fazer gravações sem nenhuma perda na qualidade do sinal, já que não há conversão analógico / digital na hora em que se está gravando. Pra exemplificar isso gravei alguns timbres que considero básico pra qualquer guitarrista e disponibilizei abaixo para que vocês possam ter uma pequena idea do que eu estou falando. Lembrando que não usei amplificadores, mas pluguei direto na entrada SPDIF da minha placa de som (uma Sound Blaster Platinum) e usei algumas simulações de amplificadores clássicos e uns timbres da própria pedaleira.
Bom basicamente é isso pessoal, qualquer dúvida é só entrar em contato: ricardo@ricardosoares.net. Um abraço e um bend!
Site: http://www.ricardosoares.net
Confira alguns exemplos de timbres da Boss-GT8 por Ricardo Soares
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